Achei o pote de ouro!

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Num destes dias de inverno encontrei este quadro na natureza. Foi a vez que consegui estar mais perto do final de um arco-íris.

E lembrei-me que há muitos anos quando víamos o arco-íris montávamos as bicicletas para alcançarmos o seu final, que era onde deveria estar um pote de ouro. Neste caso deveria estar no meio das vinhas.

O verdadeiro pote de ouro será contemplar esta maravilha da natureza.

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Outono florido

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No outono também a natureza nos presenteia com flores. O meu quintal encontra-se neste momento repleto de flores, que já desabrocharam na primavera e agora voltam a surpreender com a sua beleza. Nesta primeira foto o arbusto dos malmequeres está ainda mais florido e maior.

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As dálias continuam há alguns meses a renovar-se, assim como a árvore lava garrafas, em baixo.

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As gazânias, em baixo, e o arbusto das flores azuis  (que não sei o nome),  em cima.

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Ofertas da Lua Cheia…

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A lua cheia tem influências em vários aspetos da nossa vida, sendo um deles o nascimento.

No caso, o destes patinhos que não saem perto da mãe, e que já vão descobrindo todos os recantos do quintal.

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Rosinha, minha canoa

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Rosinha, Minha Canoa” é um título de um livro do escritor Brasileiro José Mauro de Vasconcelos, o mesmo autor que escreveu “O Meu Pé de Laranja Lima”.

Esta história fala da vida dos habitantes junto do grande rio Araguaia, da simplicidade das suas vidas e do seu modo de perceber os fenómenos do quotidiano.

Como personagem principal temos o Zé Orocó, que faz a vida ao jeito de São Francisco de Assis, e tem como companheira falante a sua canoa Rosinha, e a história gira à volta das implicações que isso traz à sua vida, devido aos seus diálogos com a canoa.

Este livro é delicioso de ler, é um poema em prosa.

“Virou de costas, contemplando o céu tão alto. Tinha mesmo que ser alto para caber toda a boa vontade de Deus”.

“Depois, anos e anos de lutas para se tornar uma bela árvore. E então vieram os índios, cortaram-na, fizeram-na uma canoa…”

As flores dos catos!

Durante a maior parte do ano este catos não possuem flores, mas nesta época do ano tudo acontece. Esta espécie de cato surpreende-nos com belas flores que infelizmente não duram mais de uma semana. Estas duas fotos ilustram cores diferentes, mas igualmente belas. Disfrutem.

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Ideias para bijuteria

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Deixo aqui duas sugestões para bijuteria, uns brincos com os corações de Viana, que agora estão na moda e um fio em cor de bronze uma medalha em tons de azul. Não são necessariamente para usar em conjunto, são apenas sugestões. 

A minha buganvília!

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A buganvília é uma trepadeira, sendo que são as folhas que cercam as pequenas flores, que fazem esta planta ser muito apreciada.

É nesta altura do ano que despontam as flores, e que nota uma maior crescimento.

Existem várias cores este exemplar é fúcsia, existem rosa claro, branco amarelo, todas lindas. Costumo ver muitas vezes a buganvília ser usada para fazer sombra, em grandes caramanchões.

Seja de que modo a utilizemos, é sempre uma delicia contemplá-la, sendo que é uma planta que não necessita de grandes cuidados, apenas solo equilibrado quanto a nutrientes, pouco encharcado e muito sol.

Disfrute.

 

 

 

É primavera…

 

A primavera é uma estação com um encanto especial.

Depois do repouso do inverno, eis que a natureza volta a despertar e a mostrar a sua energia e beleza, no colorido das flores, nos ramos novos das árvores e em todo o verde no seu esplendor.

Partilho aqui alguns apontamentos característicos desta época.

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Um narciso escondido nas folhas de roseira

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As tulipas

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As prímulas, que ficaram do ano passado, e que rebentaram com mais força este ano.

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Os lírios, são os primeiros a florir.

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E uma esplendorosa junção de malmequeres com uma sempre-noiva,  também chamada grinalda de noiva e bouquet de noiva.

Mais leituras …

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Este foi outro do livro que li nos últimos tempos, um romance histórico sobre a filha do Rei D. João IV, 1º da Dinastia de Bragança, e de D. Luísa de Gusmão, a quem se deve a tão célebre frase “Antes Rainha por um dia, do que Duquesa toda a vida“, a infanta Catarina de Bragança, de Isabel Stilwell.

De leitura acessível, esta história vai prendendo até ao final.

Catarina de Bragança foi Rainha de Inglaterra e esposa de Carlos II de Inglaterra, sendo que este casamento foi sugerido a este, por forma a obter apoio de Inglaterra para Portugal, uma vez que naquela época existia uma grande instabilidade de relações com a Espanha, atenta a Restauração da Independência que acontecera em 1640.

Assim, o casamento da infanta com o Rei de Inglaterra foi um bom negócio  para Portugal e para Inglaterra, pois o dote da infanta foi útil para encher os cofres do rei, apesar de não ser muito grande.

No dote de D. Catarina constava os chás provenientes das viagens efetuadas pelos Portugueses ao oriente, e foi esta rainha que iniciou em Inglaterra o costume de beber chá.

Os romances históricos permitem que através da narrativa de uma história geralmente verídica, através dos seus pormenores e intervenientes o leitor vá aprendendo um pouco da história e dos costumes de Portugal e da Europa daquela época. Se bem que existe sempre muita ficção, este livro, apesar das suas mais de 600 páginas apresenta-nos a história de uma figura marcante, íntegra e positiva.

Leituras de verão

Chegadas as férias e com a cabeça um pouco mais liberta, vem a vontade de ler temas diferentes dos habituais e nas prateleiras da biblioteca da minha terra fui procurar livros de escritores Angolanos, que há muito queria conhecer.

Apesar de não ter sido intencional trouxe dois livros cujas narrativas estão diretamente relacionadas com a guerra da independência de Angola.

A Teoria Geral do Esquecimento, um romance de José Eduardo Agualusa

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conta a história verídica de uma senhora que viveu durante quase trinta anos sem sair do seu apartamento, com medo das mudanças ocorridas naquele país, assim como outras histórias paralelas que confluem com maestria com aquela.

A leitura foi muito agradável, pois o autor tem uma escrita que prende e encanta. É daqueles livros que nos vicia a leitura e que emana muitas sensações. Além de aprendermos sobre uma época da história de Angola, este livro também nos distrai e faz refletir sobre o comportamento humano. Altamente recomendado.

Um outro livro que li denomina-se Geração da Utopia de Pepetela

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que contém vários contos cujo retrato de fundo é a independência e a guerra civil Angolana, e como foi vista e sentida por um determinado grupo de pessoas, que se encontravam na altura a estudar e trabalhar em Portugal. Foi uma perspetiva interessante. Também altamente recomendado.

As realidades destes livros estão diretamente ligadas também à história do nosso país, pois todos conhecemos alguém que esteve na guerra ultramarina, sendo que os anseios, medos e esperanças são transversais a todos os povos que fizeram parte das nossas colónias. Ler estes livros é conhecer a nossa história.

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